Na língua tupi guarani "aussuba" significa amar e "auá" homem, portanto "aussuba auá" requer a interpretação de amor ao "ser", a raça humana, sem distinção de cor, raça ou crença religiosa. A escolha deste nome nos remete ao objetivo que nós buscamos neste curso, que é amor ao indivíduo, seja ele homem, mulher, branco, negro...
Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a mar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
Nelson Mandela Foto e Mensagem publicadas no Facebook. Postagem de Michele de O. Sampaio
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar
na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo. 'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária.. 'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira' 'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'. A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: 'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'. E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: 'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...' E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
Não cabe a nós fazer propaganda nenhuma, mais exemplos como este devem ser divulgados.
Essa imagem nos faz refletir sobre a importância da luta contra o racismo. Para vivermos em uma sociedade consciente, que lute pela igualdade racial, devemos nos mobilizar para essa conscientização, e lutarmos para que as leis sejam cumpridas. Como diz o bordão: Racismo não é opinião, racismo é crime, sujeito a devida punição aos infratores. Mais do que o medo da punição, devemos trabalhar para uma conscientização da sociedade, para que realmente todos possam entender que somos todos iguais.
Texto de Rakel Mônika Martins Abílio
Imagem postada no Facebook de Rakel Mônika Martins Abílio
Ministros deram o aval para que universidades brasileiras reservem vagas para negros e índios em seus processos seletivos
Os 10 ministros - Dias Toffoli não participou do julgamento - deram nesta quinta-feira o aval para que universidades brasileiras reservem vagas para negros e índios em seus processos seletivos
As cotas raciais nas universidades são constitucionais. Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou que as políticas afirmativas não violam o princípio da igualdade e não institucionalizam, como defendeu o Democratas, autor da ação julgada, a discriminação racial.
Os 10 ministros - Dias Toffoli não participou do julgamento - deram nesta quinta-feira o aval para que universidades brasileiras reservem vagas para negros e índios em seus processos seletivos e afirmaram que as ações afirmativas são necessárias para diminuir as desigualdades entre brancos e negros e para compensar uma dívida do passado, resultante de séculos de escravidão no Brasil. No caso específico julgado, o STF concluiu que a política de cotas estabelecida pela Universidade de Brasília (UnB) não viola a Constituição.
O mais aguardado dos votos foi dado pelo ministro Joaquim Barbosa, único negro a integrar o Supremo e que, na semana passada, disse ser vítima de racismo na própria Corte. "Na história não se registra na era contemporânea nenhuma nação que tenha se erguido da condição periférica a condição de potência política mantendo no plano doméstico uma política de exclusão, aberta ou dissimulada, pouco importa, em relação a uma parcela expressiva de sua população", afirmou Barbosa.
Na quarta-feira, o relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, já havia votado favoravelmente às políticas de cotas. O voto foi seguido pelos demais. "A construção de uma sociedade justa e solidária impõe a toda coletividade a reparação de danos pretéritos perpetrados por nossos antepassados", afirmou o ministro Luiz Fux, o primeiro a votar na sessão desta quinta-feira.
A ministra Rosa Weber afirmou que a disparidade racial no Brasil é flagrante e que a política de cotas não seria razoável se a realidade social brasileira fosse outra. "A pobreza tem cor no Brasil: negra, mestiça, amarela", disse Rosa Weber. "Se a quantidade de brancos e negros pobres fosse aproximada, seria plausível dizer que o fator cor é desimportante", acrescentou. Os ministros ressaltaram, no entanto, que a política de cotas deve ser temporária, até que essas disparidades sejam corrigidas. "As ações afirmativas não são a melhor opção, mas são uma etapa. O melhor seria que todos fossem iguais e livres", disse Cármen Lúcia.
O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que a neutralidade estatal ao longo dos anos resultou em um fracasso. "Precisamos saldar essa dívida. Ter presente o dever cívico de buscar o tratamento igualitário", disse. Ele lembrou que quando presidiu o STF implementou um sistema de cotas para contratação de funcionários terceirizados. Apesar de votar favoravelmente às cotas, o ministro Gilmar Mendes ressaltou que a reserva de vagas para afrodescendentes pode gerar situações controversas. Na opinião do ministro, o ideal seria que a ação afirmativa fosse baseada em critérios sócio-econômicos. "Aqui permite-se uma possível distorção. Pessoas que tiveram um desenvolvimento educacional adequado sejam convidadas a trilhar caminho facilitário das cotas", disse. "Ricos que se aproveitam da cota, pervertendo, portanto, o sistema", completou.
Ele classificou como caricatural o estabelecimento de um "tribunal racial" que define se o candidato é ou não é negro, podendo adotar critérios contraditórios. Ele disse que esse órgão "está longe de ser infalível". Como exemplo, citou o episódio envolvendo gêmeos univitelinos. Um foi considerado negro e o outro branco para a política de cotas. Gilmar Mendes afirmou ainda haver problemas no Brasil em razão das dificuldades de acesso à universidade pública. De acordo com ele as universidades públicas brasileiras geralmente oferecem poucas vagas. Na UnB, por exemplo, são cerca de 50 vagas no curso de direito por turno.
Para ele, uma saída seria expandir o número de vagas no sistema público de ensino. Mas isso levaria à necessidade de uma dotação maior de recursos. "Se tivéssemos vagas em número suficiente, essa tensão praticamente não existiria", afirmou. Joaquim Barbosa citou a experiência de outros países. Ele informou que em cidades como Nova York e Paris existem cerca de 15 universidades públicas.
Também a favor da adoção das cotas, o ministro Cezar Peluso disse que o sistema "é um experimento que o Estado brasileiro está fazendo e que pode ser controlado e aperfeiçoado". "Com o diploma, de algum modo está se garantindo o patrimônio educacional", afirmou Peluso. "O que as pessoas são e o que elas fazem depende das oportunidades e da experiência que elas tiveram para se constituir como pessoa", disse. "O mérito é critério justo. Mas apenas para os candidatos que tiveram oportunidades". Gilmar Mendes criticou o fato de a política adotada pela UnB ser baseada em critérios puramente étnicos e defendeu uma revisão do modelo daqui a dois anos.
Os textos abordados pela unidade 1, do módulo 5: “A transversalidade de gênero e raça na gestão pública” apontam para transversalidade de gênero e raça nas políticas públicas, retrata a importância das conferências, fóruns, conselhos, os novos movimentos sociais entre outros mecanismos de participação e controle social que contribuem para formulação de políticas públicas que atentam de fato a demanda apresentada por este público. “A proposta centrada na estratégia da transversalidade significa assumir um novo olhar e, consequentemente, outro patamar para os homens e para as mulheres, brancos/as e negros/as. Trata-se, portanto, de uma de uma transformação nas relações de gênero e raça que elimine as representações segregadoras e discriminadoras, associadas ao feminino e à negritude”. Diante desta colocação do autor e o descrito na questão anterior percebemos a dificuldade de encontrar gestores/as sensibilizados/as e capacitados/as nas temáticas de gênero e raça, gerando entraves ao desenvolvimento das políticas públicas, como é o caso do município de Vargem Alta que carece de programas, projetos, e ações direcionados a este público.
Enquanto moradora e trabalhadora da área de assistência social no município de Vargem Alta é possível identificar como ainda é precário o atendimento às mulheres no município, bem como ainda não se nota interesse por parte do poder público em organizar sua gestão na perspectiva da interseccionalidade de forma atender a demanda da população feminina residente no município.
Assim seria necessário despertar o poder público municipal para a importância da criação de políticas públicas direcionadas ao universo feminino, sejam através de ações afirmativas ou outros mecanismos, mas que atendam afetivamente a demanda desta população. É importante que estes assuntos façam parte da agenda de discussão dos orçamentos anuais realizados pelos gestores a fim de garantir recursos para criação, por exemplo, de Centros de Referência Especializados da Mulher; articulação municipal com a Justiça e a assistência jurídica gratuita; articulação entre as delegacias e demais serviços de segurança pública local; instituir o Conselho Municipal de Direitos da Mulher, entre outros instrumentos que garantam o pleno exercício da cidadania pelo universo feminino e consequentemente a igualdade de gênero, afinal “o empoderamento feminino é fundamental para democracia do país” (deputada Ana Martins, atualmente secretária da Mulher do PCdoB e coordenadora da União Brasileira de Mulheres (UBM) abriu sua fala durante o Seminário sobre “Reforma Política).
É importante que os gestores/as sejam capacitados e sensibilizados quanto a questão de gênero e raça. É preciso desenvolver no município a estratégia da transversalidade de gênero e raça que demanda ações inovadoras citadas no texto “Princípios e Conceitos de Interseccionalidade, Intersetorialidade Transversalidade”, para que assim sejam desenvolvidas Políticas Públicas com recorte de genro e raça.
O Ministério da Educação convoca, por edital, as instituições públicas de ensino superior – federais, estaduais e municipais –, a apresentar programas e projetos de extensão universitária. As propostas devem ter foco na inclusão social, nas suas várias dimensões, entre as quais a Promoção da Igualdade Racial, contemplada na linha temática 11 e com os subtemas Educação; Saúde; Desenvolvimento Socioeconômico; Política Cultural Étnico-racial; Direitos Humanos e Segurança Pública; Desenvolvimento dos Povos Indígenas.
As propostas deverão ser elaboradas pelos coordenadores via internet por meio do uso da plataforma eletrônica Sigproj - disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br.
As propostas devem ser apresentadas ao Ministério da Educação até 14 de abril. Depois, corre um período de avaliação e para recursos. Os resultados serão divulgados em 12 de junho e a liberação do dinheiro para execução de programas e projetos acontece no início de 2013. A verba para cada programa é de R$ 150 mil e para projeto, R$ 50 mil. A execução deve acontecer num prazo de até 12 meses, tendo como limite 31 de dezembro de 2013.
Objetivos
Os recursos do Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext) se destinam a melhorar as condições de gestão das atividades acadêmicas de extensão das instituições de educação superior públicas e estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes.
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As propostas devem ser apresentadas por meio eletrônico: http://sigproj.mec.gov.br até 14 de abril e poderão contar com recursos de até R$ 150 mil e podem contemplar valorização da diversidade étnica para inclusão, permanência e aprendizagem de crianças e jovens afrodescendentes na educação infantil e básica.
O Programa Esporte Espetacular exibido na rede Globo ontem dia 25/03/2012 axibiu uma reportagem
que falou sobre o racismo no esporte, em suas diversas modalidades, os atletas negros sofrem com ofensas racistas e preconceituosas. A reportagem traz o depoimento dos atletas e a imagem das ofenças, interessante observar a reação de mágoa que os atletas têm e, algumas vezes, até de perplexidade.
É estranho pensar que hoje em dia as pessoas ainda tenham a capacidade de agir de forma tão desrespeitosa. O vídeo é interessante, ainda que a mensagem seja lamentável. Segue o Link:
Um vídeo com dois milhões de acessos que se espalhou pelas redes sociais fez muito mais do que servir de alerta ao racismo no México, disfarçado e ignorado apesar da última pesquisa do Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação (Conapred) certificá-lo e as lojas de cosméticos registrarem fortes vendas de cremes branqueadores de pele.
Dois bonecos, um negro e outro branco. Em frente a eles, uma criança é questionada: "Qual é bom e por quê?". Na maioria dos casos, uma mesma resposta: "O branco, porque é branco".
Este experimento foi criado pelos psicólogos Kenneth e Mamie Clark em 1940 para estudar a atitude das crianças com relação à raça e de vez em quando retorna à atualidade quando é colocado em prática. Um dos últimos vídeos foi feito no México e recebeu cerca de dois milhões de acessos no YouTube, despertando uma polêmica que permanecia adormecida.
O vídeo é parte de uma campanha do Conapred, um órgão público criado em 2003 para prevenir a discriminação que nunca havia questionado se os mexicanos eram racistas até a realização de uma pesquisa nacional em 2011. O levantamento apontou que 55% dos entrevistados acredita que no México as pessoas insultam "muito" ou "um pouco" as outras por sua cor de pele.
"Não esperávamos que o tema da discriminação pela cor da pele aparecesse com essas porcentagens", afirma à Agência Efe o presidente do Conapred, Ricardo Bucio, que explica que esses resultados levaram o órgão a lançar em dezembro a campanha dos bonecos, além de outras ações.
Uma delas foi a reunião de frases carregadas de racismo que são usadas cotidianamente no México, como "Você vai ficar mais morena, não fique no sol" e "O bebê nasceu moreno, mas é lindo".
"O que queríamos com a campanha não era provar que o México é racista, mas tentar iniciar um debate, já que é um tema cultural que precisa de uma reflexão pessoal e coletiva", comenta Bucio, acrescentando que muitos mexicanos nunca haviam se questionado sobre o assunto.
"NÃO DIGA DE ONDE VEM"
"As pessoas não aceitam que são racistas, acham que o racismo tem a ver com cor e como no México não há negros, acreditam que não somos racistas", explica Xóchitl Gálvez, indígena de ascendência otomí que passou grande parte de sua vida lutando pelos direitos destes povos.
Nascida no estado de Hidalgo, com apenas 16 anos se mudou para a Cidade do México para trabalhar e estudar. Conseguiu se formar em Engenharia da Computação e entrou no mundo da política em 2000, quando o então presidente Vicente Fox a designou titular da Comissão de Desenvolvimento dos Povos Indígenas.
Hoje é uma bem-sucedida empresária que visa se eleger senadora pelo Partido Ação Nacional (PAN), mas sua trajetória foi marcada por percalços por ser mulher e indígena, uma combinação que a levou a sentir a discriminação desde muito cedo.
Quando viu o vídeo do Conapred lembrou-se de seu pai dizendo a ela que nunca revelasse de onde vinha. "Ele não me dizia isso porque era mau, mas porque sabia que iam me maltratar, que não era bom para mim dizer isso. Uma criança prefere ser branca porque sabe que vão tratá-la melhor", aponta.
Os anos de discriminação passaram: o dinheiro faz as pessoas esquecerem a cor da pele e as origens. "Eu me tornei uma empresária bem-sucedida que vive nas Lomas de Chapultepec (uma área nobre da capital), e por isso minha vida mudou automaticamente", conta.
A agência de publicidade que fez o vídeo do Conapred encontrou dificuldades para adquirir bonecos com a pele escura nas lojas de brinquedos mexicanas. Além disso, a Efe constatou que não existem dados oficiais sobre a cor da pele dos mexicanos.
O Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) confirmou que nunca foram feitos estudos a respeito, pois no censo não há perguntas sobre a cor da pele. Segundo o World Factbook da CIA, 60% da população do México é mestiça, 30% é ameríndia ou predominantemente ameríndia, 9% é branca e 1% é das outras raças.
Foi divulgado na mídia essa semana, um vídeo em que uma mulher loira insulta um homem negro. Ao tentar agredí-lo físicamente ela escorrega e caí. O fato aconteceu na Inglaterra.
Nos dias 7 e 8 de outubro de 2011 aconteceu em Vitória o IV Congresso Nacional da UNEGRO com o tema negros e negras compartilhando o poder, esse evento foi importante para expor novas políticas públicas voltadas para o negro, fazendo uma verificação na questão racial, onde esteve presente autoridades de movimentos negros os quais ressaltaram a importância dos movimentos para sensibilizar a sociedade como um todo; este evento também tem uma visão nacional da vida do negro no país levando todos os participantes a refletir em busca de implantar novas políticas e enriquecer as já existentes, pois esse ano é o ano internacional dos afrodescendentes sendo distribuidos adesivos com lema: Igualdade Racial é pra Valer.
Redação e Postagem de: Maria da Penha e Rosa Amélia.
Aqui está exposto um evento promovido pela Secretaria Municipal de Educação de Cachoeiro de Itapemirim, onde foi discutido assuntos referentes a educação Etnicorracial nas comunidades Quilombola, fazendo várias reflexões sobre o currículo na educação Quilombola e meios para não discriminar essa clientela. Mediante os vários avanços nesses aspectos, vale ressaltar que os municípios do Espírito Santo estão promovendo fóruns, debates, seminários, entre outros para que realmente faça valer as políticas para o combate ao racismo. Além da presença da secretária municipal de educação de Cachoeiro de Itapemirim, a senhora Maria Deuceny da Silva Lopes Bravo Pinheiro, também esteve presente o subsecretário de educação e a coordenadora de educação especial e direito à diversidade, sendo o público alvo professores e representantes governamentais.
Para finalizar estamos colocando um trecho de (Brasil,Secretaria de Educação Fundamental, 1998, p.7).
(...) a cidadania como participação social e política, assim como exércicio de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e o repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito.
Uma noite para elevar a auto estima e enaltecer a beleza negra. O Fórum Estadual de Entidades Negras (Fenegra) em parceria com o Governo do Estado e Instituto Sincades promovem a 22ª Noite da Beleza Negra, neste sábado (10), em Vila Velha.
Adolescentes e adultos concorrerão ao desfile da beleza negra e os primeiros colocados de cada categoria serão premiados com computadores, tablets e máquinas fotográficas. A grande atração da noite ficará por conta do Neguinho da Beija-flor e grupos culturais afro do Estado como Negritude Ativa - Hip Hop, e Cia Cumby, irão se apresentar durante o evento.
A 22ª Noite da Beleza Negra será realizada na quadra da Mocidade Unida da Glória (MUG), em Vila Velha, com início às 20h. A entrada no evento são 2 quilos de alimentos não perecíveis.
Projeto
O projeto foi criado em 1991, com o objetivo de ampliar as atividades de conscientização, valorização e promoção do povo negro capixaba no ES, por meio de cursos, palestras, oficinas, produções e comercializações de produtos afro, além de produções e comercializações literárias, artes, revistas, desfiles de beleza e apresentações culturais em todas as regiões do Estado.
Para 2012 o objetivo do fórum é introduzir, cada vez mais, ações de beleza negra nas áreas culturais, educacionais, econômicas e sociais para inclusão e promoção do povo negro capixaba.
Eu sou morena do cabelo cacheado eu sou loirinha, dos olhinhos azulados sou africano do cabelo arrepiado mesmo diferentes, pra Deus somos iguais
Eu sou ruivinha com pintinha em todo lado, eu sou japonesa dos olhinhos bem puxados e eu sou índio do cabelo escorrido mesmo diferentes, pra Deus somos iguais
A geração eleita povo escolhido, feito à imagem de Deus
Não importa a raça, língua, cor ou nação, nós fazemos parte desta geração de adoradores, povo escolhido unidos e chamados pra brilhar a luz de Deus
Não importa a raça, língua, cor ou nação nós somos soldados com a mesma missão pregar o evangelho a toda criatura nos seis continentes pra brilhar a luz de Deus
Aos olhos do Senhor sabemos que nós somos todos iguais magro, alto ou baixo pobre ou mesmo rico com nossas diferenças juntos somos mais bonitos