Na língua tupi guarani "aussuba" significa amar e "auá" homem, portanto "aussuba auá" requer a interpretação de amor ao "ser", a raça humana, sem distinção de cor, raça ou crença religiosa. A escolha deste nome nos remete ao objetivo que nós buscamos neste curso, que é amor ao indivíduo, seja ele homem, mulher, branco, negro...
Mulher Sexo Frágil
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Mais estudantes negros na universidade
Estudo feito no país também mostrou que o ingresso de alunos de escola pública cresceu
03/08/2011 - 21h56 - Atualizado em 03/08/2011 - 21h56A Gazeta
foto: Fábio Vicentini
Auxílio
Gelson veio de Colatina para estudar na Capital. Para ajudar nas despesas, ele recebe da faculdade R$ 250 de auxílio moradia e R$ 50 de bolsa-permanência
As políticas voltadas para a inclusão de jovens nas universidades começam a dar resultado no país, mesmo que ainda de forma tímida. Nas universidades federais, a proporção de pretos e pardos subiu de 34,2%, em 2003, para 40,8%, em 2010, de acordo com um levantamento da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
Além disso, 8,7% dos estudantes são especificamente da raça negra. Em 2004, esse índice era de 5,9%. Também aumentou o número de estudantes vindos de escolas públicas.
No ano passado, 50,39% dos estudantes tinham feito o ensino médio - unicamente ou a maioria dele - em estabelecimentos públicos, contra 45,04%, em 1996. O dado desmitifica o paradigma de que grande parte dos estudantes é proveniente da rede particular de ensino.
O estudo teve como base 22 mil alunos de cursos presenciais de graduação. Em relação à classe social, 44,3% dos alunos se enquadram nas classes C, D e E. Se forem considerados os estudantes com renda familiar até cinco salários mínimos, o percentual nesse grupo chega a 67%.
UfesApesar de ser nacional, os números do estudo também refletem a realidade do Estado. Na Ufes, 44,1% dos aprovados no último vestibular são pardos e pretos, de acordo com dados da Comissão Coordenadora do Vestibular (CCV).
Os estudantes que cursaram o ensino médio em instituição pública somam 46,7% dos que ingressaram na universidade. Esse é o caso de Gelson Júnior Bonatti Schimith Berger, 20 anos, que cursa Engenharia de Produção na Ufes.
Berger conta que, assim como ele, a maioria dos colegas de curso é branca. "Acho que tem aumentado o número de negros. Mas ainda há uma grande disparidade".
Balanço
No país
44% dos estudantes pertencem às classes C, D e E
53,5% dos estudantes das universidades federais são mulheres
Os estudantes de cor/raça branca são maioria, 54% contra 59% em 2004. O percentual de alunos de cor/raça preta aumentou de 5,9% em 2004 para 8,7% em 2010
No país
53,9% dos aprovados no último vestibular são do sexo feminino
57,9% possui renda mensal familiar abaixo de 5 salários mínimos
70% são provenientes da região da Grande Vitória
Fontes: Andifes e CCV Ufes
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Curso da CEAFRO leva alunos para conhecer Monte Alegre
Conhecer de perto uma Comunidade Quilombola já estruturada, que adotou o Desenvolvimento Sustentável para se manter, com foco no turismo. Isso foi o que fizeram os alunos do Curso de Práticas Pedagógicas na Desconstrução do Racismo no Cotidiano Escolar, do Ceafro Vargem Alta, no dia 27 de julho, quando visitaram a localidade de Monte Alegre, em Cachoeiro de Itapemirim.
Cerca de 30 alunos estiveram na comunidade para conhecer como o local tem ganhado a atenção dos visitantes. Histórias sobre o tempo da escravidão não faltaram, assim como uma boa caminhada ecológica numa trilha da Floresta Nacional de Pacotuba, área protegida pelo Ibama, assim como um almoço típico, com a polenta de banana verde, um prato feito na região desde o período da escravidão.
Conforme a coordenadora do curso, Janete Vilela, a importância desta visita a Monte Alegre, a Comunidade Quilombola de maior destaque no Sul do Estado, é para os alunos terem a ciência de que aquela região é um bom exemplo a ser seguido para Pedra Branca, em Vargem Alta, e que há meios da comunidade se desenvolver e gerar renda sem depender unicamente do Poder Público.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
Fonte: Jornal da Hora - ES -Vargem Alta. Disponivel em: http://www.dahoraes.com./materias/agos_11/03-08-11-cultura1.html 2ª Quinzena de Julho de 2011.
Cerca de 30 alunos estiveram na comunidade para conhecer como o local tem ganhado a atenção dos visitantes. Histórias sobre o tempo da escravidão não faltaram, assim como uma boa caminhada ecológica numa trilha da Floresta Nacional de Pacotuba, área protegida pelo Ibama, assim como um almoço típico, com a polenta de banana verde, um prato feito na região desde o período da escravidão.
Conforme a coordenadora do curso, Janete Vilela, a importância desta visita a Monte Alegre, a Comunidade Quilombola de maior destaque no Sul do Estado, é para os alunos terem a ciência de que aquela região é um bom exemplo a ser seguido para Pedra Branca, em Vargem Alta, e que há meios da comunidade se desenvolver e gerar renda sem depender unicamente do Poder Público.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
Fonte: Jornal da Hora - ES -Vargem Alta. Disponivel em: http://www.dahoraes.com./materias/agos_11/03-08-11-cultura1.html 2ª Quinzena de Julho de 2011.
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