Mulher Sexo Frágil

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ação Quilombola

MOMENTOS DE BELEZA PARA AS MULHERES QUILOMBOLAS


No dia 20 de agosto de 2011, o SENAC  Cachoeiro de Itapemirim, visitou a Comunidade Quilombola de Pedra Branca, levando professores e cursistas da instituição prestar uma ação quilombola naquela comunidade. Para as mulheres quilombolas, foi oferecido corte de cabelo, maquiagem, designe de sobrancelhas, serviços básicos de saúde,  exibição de danças, pagode dentre outros.
Serviço de maquiagem e designe de sobrancelhas.
A Juventude quilombola de Pedra Branca  também foi  prestigiada, neste dia,  pela municipalidade de Vargem Alta, especialmente pela secretaria Municipal de Educação,   Saúde,  Assistência Social e Turismo. Foram atendidos  com corte de cabelo,  jogos de capoeira, futebol com a presença do jogador Luizão da seleção sub 20 (jogador de futebol nascido em Vargem Alta), pagode, orientação sobre a preservação da saúde dentre outras programações.

Segue alguns registros fotográficos:


O Prefeito e o Vice-Prefeito estiveram presentes no evento  na Comunidade de Pedra Branca.


Foram oferecidos lanches aos visitantes do evento.


Serviço de corte de cabelo oferecidos à Comunidade Quilombola

Serviço de maquiagem e designe de sobrancelhas.


Jogos de capoeira com os jovens da comunidade


Redatora: Janete Vilela da Paschoa, integrante do Grupo 01, participou do evento como coordenadora e realizou o registro fotográfico.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Conferência das Políticas Públicas para Mulheres




A lll Conferência Regional das Políticas Públicas para as Mulheres, foi realizada  em Jerônimo Monteiro, no dia 25 de agosto de 2011. Os municípios envolvidos foram: Atílio Vivácqua, Jerônimo Monteiro, Muqui, Mimoso do Sul e Vargem Alta.
A Conferência foi desenvolvida com base em três temas:
  1- Análise da realidade nacional, social, econômica, política, cultural e dos desafios para a construção da igualdade de gênero;
  2- Avaliação e aprimoramento das ações e políticas que integram o ll Plano Nacional de Políticas para as mulheres e definição de prioridades e;
  3- Análise e aprovação da plataforma de políticas para as mulheres visando a construção do Plano Estadual de Políticas para as mulheres.
Durante a conferência foi realizada a discussão sobre os eixos temáticos e feita a avaliação do Plano. Uma proposta pertinente confeccionada na conferência é a criação de uma Secretaria Estadual para Políticas Públicas para mulheres. Na apresentação da Conferência da Mulher foram abordados vários temas, dentre eles podemos citar a realidade nacional das mulheres, a relação das mulheres no mercado de trabalho: como as mulheres continuam sendo exploradas no mercado de trabalho e a baixa valorização da força de trabalho feminina, o aumento do nível de escolaridade, a violência doméstica: como as mulheres continuam sendo vítimas de violência doméstica e sexual, como mulheres lésbicas continuam sendo alvo de violência e discriminação, sobre saúde da mulher, programas de prevenção à saúde da mulher, o aumento do índice de alcoolismo e tabagismo entre as mulheres, sobre a educação inclusiva, direito a moradia, enfrentamento do racismo, enfrentamento das desigualdades, autonomia das mulheres, dentre outros.
O ll Plano Nacional de políticas para as mulheres conta  com 94 metas, 56 prioridades e 388 ações distribuídas em 10 grandes eixos conforme abaixo descritas:
 - Autonomia Econômica das Mulheres;
 - Saúde das mulheres – direitos sexuais e direitos reprodutivos;
 - Educação inclusiva, não sexista, não racista, não homofóbica, não lesbofóbica;
 - Enfrentamento a todas as formas de violência contra a mulher;
 - Participação das Mulheres nos espaços de poder e decisão;
 - Desenvolvimento sustentável, no meio rural, na cidade e na floresta;
 - Direito a terra, moradia digna e infra-estrutura social;
 - Cultura, comunicação e mídias igualitárias, democráticas e não discriminatórias;
 - Enfrentamento do Racismo, Sexismo e Lesbofobia;
 - Enfrentamento as desigualdades geracionais que atingem as mulheres, em especial jovens e idosas.
Após a Conferência, temos muitas propostas de políticas públicas para as mulheres, e a esperança é que elas se concretizem.

“Diante de tantas violências as mulheres lutam, marcham, gritam, aliam-se e organizam-se em  diversas frentes: movimentos específicos e mistos. Na atualidade, mulheres negras, indígenas, quilombolas, jovens, idosas, urbanas, camponesas e sem terra, trabalhadoras, lésbicas, com deficiência, com HIV, entre muitas outras, ocupam as ruas para gritar por seus direitos, pela garantia de políticas públicas que visam à equidade de gênero e à defesa dos direitos humanos das mulheres. Transformamos o mundo diuturnamente nas pequenas e grandes coisas que fazemos; com nossas poesias, músicas e discursos inflamados; choramos e sorrimos como expressão de dor e de alegria e alimentamos não só o mundo, mas a nossa utopia de um dia sermos consideradas não mais como cidadãs de segunda classe mas como sujeitos imprescindíveis.” (Caderno base para as Conferências Regionais e Municipais de Políticas para as Mulheres).



Rakel Mônika Martins Abílio

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ainda sobre a postagem anterior...



Serginho Groisman comentou a questão do Jornal "O Parasita", que foi o nosso assunto da postagem anterior. O programa global esteve na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF)e entrevistou vários alunos que disseram que o jornal "O Parasita" não representa a opnião de todos os alunos.
No auditório do programa algumas pessoas da plateia fizeram comentários sobre o que houve na faculdade.
Um sábio rapaz comentou: "Bom, então na minha opinião como ela disse, não coube a nós julgarmos, não interessa se é religioso ou não, bom eu sou religioso e ser contra ou a favor não tem nada a ver com você respeitar um ser humano. Se você é contra, paciência, você não criou a pessoa, você não tem controle sobre ela, você tem que respeitar as pessoas porque elas são pessoas como você."
O apresentador também solicitou depoimentos de casos vivenciados, ou seja, alguma experiência realmente vivida por alguém ali presente, uma moça contou sua experiência.
Estavam presentes no programa a cantora Maria Gadu que comentou sobre boatos de sua vida pessoal, boatos que fizeram surgir pré-julgamentos a respeito de sua opção sexual, em virtude, exclusivamente, do seu perfil.

O vídeo termina com a análise de um professor de pré-vestivular que comenta sobre essa questão de homofobia, de abusos e violência.

Redatora: Michele de Oliveira Sampaio, integrante do Grupo 01.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Homofobia é....

Se observarmos nas entrelinhas dessa imagem, perceberemos que a consciência nossa é o que falta para tornar tão evidente a palavra crime. Esta explícito na imagem que "Homofobia é crime", muito embora a palavra crime não apareça por completo. Tornar visível a palavra crime na imagem é o mesmo que tornar visível em nossa consciência que, de fato, "homofobia é crime".

A figura, portanto, surgiu da leitura da reportagem que me causou certo espanto, pois relatou que o jornal online: “O Parasita”,acessível ao email dos estudantes  da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), trouxe um desafio de que quem jogasse fezes em homossexuais ganharia ingressos para uma festa. Ao ser indagado sobre o episódio, o reitor João Grandino Rodas acredita que o caso “Parasita” não tenha sido fruto de má-fé e sim uma brincadeira de “extremíssimo mau gosto, que aos olhos de ninguém será visto como uma brincadeira”. O reitor afirmou que o episódio ajudou a demonstrar que o anonimato não assegura a impunidade.

Bom, verdade seja dita, "o crime" que está escondido na imagem também se oculta da mente e consciência de muitas e muitas pessoas.

A reportagem na íntegra: 

http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2010/05/rodas-teme-ser-autoritario-ao-combater-homofobia/

Redatora: Michele de Oliveira Sampaio, integrante do grupo 01.

UM EXEMPLO DE DETERMINAÇÃO E CORAGEM


Rosie Marie Morano, mulher determinada, um exemplo de coragem e sucesso para nós mulheres, Feminista e ligada a maioria dos movimentos literários no Brasil, vê o impossível como um desafio e o maior deles foi se tornar escritora, esposa e mãe sendo portadora de uma doença cardíaca e considerada praticamente cega. Mulher de fibra, trouxe o feminismo ao país nos anos 70 e foi muito criticada por suas idéias, mas nada foi suficiente para fazê-la desistir, superou seus próprios limites, venceu a cegueira uns dos seus ultimos desafios, conseguiu ver seu próprio rosto, se define como "porra loca" . Uma obra bastante conhecida é “Memórias de uma mulher impossível”, onde relata sua autobiografia.


Redatora: Laureci

Maiores esclarecimentos e acesso reportagem com Marie Claire no link abaixo.



http://marieclaire.globo.com/edic/ed106/rep_rose1.htm

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

HOMOFOBIA, A LEI DA DISCÓRDIA

Foi lendo o Jornal A Gazeta que uma matéria, pertinente ao tema do nosso trabalho, chamou especial atenção. A unidade problematiza como a sociedade constrói a representação sobre homens e mulheres, sendo que as características físicas acabam por determinar as expectativas de comportamento e relacionamento. Nesse contexto, gênero se diferencia de sexo e sexualidade, pois aponta um conjunto de fatores socioculturais através da interposição religiosa, familiar e de valores, por exemplo, que acabam por permitir adaptações de identidades.  Enfatizando-se o contexto histórico determinador sobre o que é ser homem e o que é ser mulher, outro aspecto retratado é o reconhecimento social da homossexualidade. No começo desse ano um importante passo foi dado com o reconhecido judicial da união estável dos casais homossexuais, mais o reconhecimento social e legislativo ainda requer mobilização do Estado, Governo e da Sociedade Civil. Nessa vereda, o movimento LGBT defende a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC), que criminaliza a homofobia e estende direitos à diversidade sexual, como demonstra a reportagem do Jornal  A Gazeta, de quinta-feira, dia 18 de agosto de 2011 - HOMOFOBIA A LEI DA DISCÓRDIA, de Maurílio Mendonça.


Segue a matéria na íntegra: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/08/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/937023-homofobia-a-lei-da-discordia.html

Postado por: Loraine Fardin Javariz


2ª Conferência Regional De Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT


No dia 17 de agosto de 2011 foi realizada 2ª Conferência Regional De Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT, a conferência aconteceu no na sede do CRAS de Jardim Itapemirim, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, e reuniu o Pólo Sul Praiano representado pelos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Mimoso do Sul, Muqui, Atílio Vivácqua, Iconha, Marataízes, Itapemirim, Alfredo Chaves, Piúma, Anchieta, Presidente Kennedy, Jerônimo Monteiro, Vargem Alta, Rio Novo Do Sul, Castelo.
“Uma conferência é um processo no qual as pessoas se reúnem, discutem os temas propostos expondo diversos pontos de vista, deliberam coletivamente e a partir dos debates locais escolhem representantes que levam adiante as idéias que tenham a concordância de todos” (MMA, 2005). Do município de Vargem Alta estavam presentes 05 representantes do poder público e 02 representantes da sociedade civil.
A palestra magna foi apresentada por Antonio Lopes, o qual problematizou a questão das políticas públicas para LGBT, fez uma análise sobre o panorama nacional e estadual da situação do público LGBT, além da discussão sobre o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.
Durante a conferência foi possível notar a representatividade do público LGBT que participou em massa da conferência com objetivo de garantir uma posição mais justa em suas vidas. Mas uma das discussões que foram realizadas em um dos eixos da conferência é que a categoria LGBT não esta de fato organizada em Movimento Social, é preciso mais mobilização e sensibilização da classe, na luta e reivindicação de seus direitos.
           
             Material utilizado na Conferência:  http://www.sindiupes.org/arquivos/Carta_ColetivodeDiversidadeSexual.pdf


                             Contextualizando: http://www.sindiupes.org/   

Redatora: Bianca Nicoli Scaramussa, integrante do Grupo 01, que participou da Conferência.