Na língua tupi guarani "aussuba" significa amar e "auá" homem, portanto "aussuba auá" requer a interpretação de amor ao "ser", a raça humana, sem distinção de cor, raça ou crença religiosa. A escolha deste nome nos remete ao objetivo que nós buscamos neste curso, que é amor ao indivíduo, seja ele homem, mulher, branco, negro...
Mulher Sexo Frágil
quinta-feira, 8 de março de 2012
Empresa que pagar salário menor para mulher pode ser multada
O Jus Brasil notícias publicou hoje uma matéria informativa sobre mais uma conquista do universo feminino. Conforme o descrito na reportagem “as empresas que pagarem para as mulheres salário menor do que pagam para os homens, quando ambos realizam a mesma atividade, poderão ser multadas, conforme projeto aprovado na última terça-feira (6), por unanimidade e em caráter terminativo, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação participativa (CDH). O relator na CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), apresentou voto favorável ao projeto (PLC 130/2011), ressaltando que a proposição, se transformada em lei, representará mais uma ferramenta jurídica para assegurar o princípio da igualdade entre homens e mulheres. O senador lembrou que a Constituição federal e aConsolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/1943) já proíbem a diferença de salário entre homens e mulheres que executam a mesma tarefa, sob as mesmas condições e para um mesmo empregador. No entanto, ele observa que essas normas legais não têm sido suficientes para impedir que muitas trabalhadoras ainda hoje enfrentem discriminação”.
Disponível em: http://abdir.jusbrasil.com.br/noticias/3044672/empresa-que-pagar-salario-menor-para-mulher-pode-ser-multada
Redação: Bianca Nicoli Scaramussa
Postagem: Letícia Largura da Silva
quarta-feira, 7 de março de 2012
Nasce no CREAS de Vargem Alta o Grupo de Mulheres
No dia 08 de março, dia Internacional da mulher, nasce no Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS de Vargem Alta o Grupo de Mulheres, projeto este elaborado pela equipe técnica do CREAS. Neste grupo serão inseridas mulheres vítimas de violência (física, psicológica, sexual, ou outra), ou que tiveram seus direitos violados de alguma forma. Sabemos que muitos avanços já foram conquistados em relação ao universo feminino, mas ainda precisamos superar muitos desafios, seja no mercado de trabalho, nas relações afetivas, na escolaridade, no espaço político, entre outros espaços que ainda perduram a desigualdade entre homens e mulheres, ainda temos muito a construir “a realidade que nos cerca aponta para violência e discriminação”, assegura a assistente social Alana D’el Rei. Considerando esta situação vivenciada pelas mulheres brasileiras e em busca de garantir seus direitos o CREAS lança este projeto que dará início ao Grupo de Mulheres que vão se reunir pela primeira vez nesta quinta feira 08/03/2012 e dará sequencia durante o ano de 2012 reunindo-se uma vez por semana, entre os objetivos do Grupo estão: desenvolver suporte técnico que facilite os meios de enfrentamento a violência contra mulher; oferecer apoio psicossocial; estimular o fortalecimento de vínculo; resgatar autoestima destas mulheres; e informá-las sobre de seus direitos.
Postagem: Letícia Largura da Silva
domingo, 4 de março de 2012
Campanha da Fraternidade 2012
Todos os anos durante o período quaresmal, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realiza a Campanha da Fraternidade, que tem por objetivo despertar a solidariedade de seus fiéis e de toda a sociedade em relação a um problema concreto que envolve toda a nação, buscando uma solução para o mesmo. Para o ano de 2012, a CNBB sugeriu o tema "Fraternidade e Saúde Pública" e o lema "Que a saúde se difunda sobre a terra".
A igreja deseja sensibilizar a todos sobre a dura realidade de pessoas que não tem acesso à assistência de saúde pública condizente com suas necessidades e dignidade.A CF 2012 visa a saúde integral que vem sendo considerada a principal preocupação e pauta reivindicatória da população brasileira , no campo das políticas públicas.
O SUS (Sistema Único de Saúde), inspirado em belos princípios como o da universalidade, cuja proposta é atender a todos, indiscriminadamente, deveria ser modelo para o mundo. No entanto, ele ainda não conseguiu ser implantado em sua totalidade e ainda não atende a contento, sobretudo os mais necessitados destes serviços.
A CF 2012 tem como objetivos específicos:
- Disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável;
- sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o suprimento de suas necessidades e a integração na
comunidade;
- alertar para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe,
fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe;
- difundir dados sobre a realidade da saúde no Brasil e seus desafios, como sua estreita relação com o
aspectos socioculturais de nossa sociedade;
- despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade da saúde pública, visando à defesa do SUS e a
reivindicação do seu justo financiamento e;
- qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos
públicos com transparência, especialmente na saúde.
Fonte: http://www.portalkairos.net/campanhadafraternidade/default.asp#ixzz1oBAp2dEH
Redação e postagem: Letícia Largura da Silva
Pesquisa comprova o racismo flagrante no México
Um vídeo com dois milhões de acessos que se espalhou pelas redes sociais fez muito mais do que servir de alerta ao racismo no México, disfarçado e ignorado apesar da última pesquisa do Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação (Conapred) certificá-lo e as lojas de cosméticos registrarem fortes vendas de cremes branqueadores de pele.
Dois bonecos, um negro e outro branco. Em frente a eles, uma criança é questionada: "Qual é bom e por quê?". Na maioria dos casos, uma mesma resposta: "O branco, porque é branco".
Este experimento foi criado pelos psicólogos Kenneth e Mamie Clark em 1940 para estudar a atitude das crianças com relação à raça e de vez em quando retorna à atualidade quando é colocado em prática. Um dos últimos vídeos foi feito no México e recebeu cerca de dois milhões de acessos no YouTube, despertando uma polêmica que permanecia adormecida.
O vídeo é parte de uma campanha do Conapred, um órgão público criado em 2003 para prevenir a discriminação que nunca havia questionado se os mexicanos eram racistas até a realização de uma pesquisa nacional em 2011. O levantamento apontou que 55% dos entrevistados acredita que no México as pessoas insultam "muito" ou "um pouco" as outras por sua cor de pele.
"Não esperávamos que o tema da discriminação pela cor da pele aparecesse com essas porcentagens", afirma à Agência Efe o presidente do Conapred, Ricardo Bucio, que explica que esses resultados levaram o órgão a lançar em dezembro a campanha dos bonecos, além de outras ações.
Uma delas foi a reunião de frases carregadas de racismo que são usadas cotidianamente no México, como "Você vai ficar mais morena, não fique no sol" e "O bebê nasceu moreno, mas é lindo".
"O que queríamos com a campanha não era provar que o México é racista, mas tentar iniciar um debate, já que é um tema cultural que precisa de uma reflexão pessoal e coletiva", comenta Bucio, acrescentando que muitos mexicanos nunca haviam se questionado sobre o assunto.
"NÃO DIGA DE ONDE VEM"
"As pessoas não aceitam que são racistas, acham que o racismo tem a ver com cor e como no México não há negros, acreditam que não somos racistas", explica Xóchitl Gálvez, indígena de ascendência otomí que passou grande parte de sua vida lutando pelos direitos destes povos.
Nascida no estado de Hidalgo, com apenas 16 anos se mudou para a Cidade do México para trabalhar e estudar. Conseguiu se formar em Engenharia da Computação e entrou no mundo da política em 2000, quando o então presidente Vicente Fox a designou titular da Comissão de Desenvolvimento dos Povos Indígenas.
Hoje é uma bem-sucedida empresária que visa se eleger senadora pelo Partido Ação Nacional (PAN), mas sua trajetória foi marcada por percalços por ser mulher e indígena, uma combinação que a levou a sentir a discriminação desde muito cedo.
Quando viu o vídeo do Conapred lembrou-se de seu pai dizendo a ela que nunca revelasse de onde vinha. "Ele não me dizia isso porque era mau, mas porque sabia que iam me maltratar, que não era bom para mim dizer isso. Uma criança prefere ser branca porque sabe que vão tratá-la melhor", aponta.
Os anos de discriminação passaram: o dinheiro faz as pessoas esquecerem a cor da pele e as origens. "Eu me tornei uma empresária bem-sucedida que vive nas Lomas de Chapultepec (uma área nobre da capital), e por isso minha vida mudou automaticamente", conta.
A agência de publicidade que fez o vídeo do Conapred encontrou dificuldades para adquirir bonecos com a pele escura nas lojas de brinquedos mexicanas. Além disso, a Efe constatou que não existem dados oficiais sobre a cor da pele dos mexicanos.
O Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) confirmou que nunca foram feitos estudos a respeito, pois no censo não há perguntas sobre a cor da pele. Segundo o World Factbook da CIA, 60% da população do México é mestiça, 30% é ameríndia ou predominantemente ameríndia, 9% é branca e 1% é das outras raças.
Postagem: Letícia Largura da Silva
sábado, 3 de março de 2012
Racismo e Machismo
O fato de nascer jé é suficiente para as mulheres negras serem vítimas de preconceitos.
Redação e postagem: Letícia largura da Silva
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